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Monthly Archives: maio 2010

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não voltei porque twittar pelo iphone é 500 milhões de vezes mais simples do que postar COISAS no wordpress. muito, muito mais simples.
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é claro que se eu não tivesse essa OBSESSÃO maluca pela FONTE das letras dos posts, as coisas seriam muito mais fáceis.
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mas eu tenho, reconheço.
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tô ali de vez em quando. vivendo A MALUCA do twitter.
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ah então. desenvolvendo o raciocínio. [prepare-se para o mimimi]

sabe quando você COMEÇA a escrever alguma coisa e pensa VAI DAR MERDA, e deleta? então. é assim que eu estou nos últimos dias.

porque eu tenho taaaaaaanto pra lhe falaaaaaaaaaaar, etcetc, mas fico com preguiça de criar malentendido. e desfazer malentendido. e com medo também. de chocar as pessoas e perder o que me resta de moral [na quebrada].
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tô enrolando pra caralho.
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bloguinho tem, em média, 1 ou 2 visitas por dia (tô exagerando, mas é só pra dar ênfase à coisa toda) e, AINDA ASSIM, vez ou outra as pessoas vêm perguntar se o que eu escrevi era sobre elas. vez ou outra. e não é né. mas eu REALMENTE não posso culpá-las. já que eu não dou NOME AOS BOIS e, portanto, deixo a carapuça SOLTA pra quem quiser usar. enfim.
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segunda coisa é sobre aquele lance lá. da inclusão digital. porque, veja. eu tenho pessoas DO TRABALHO me seguindo no twitter. e TODO TIPO de parentes adicionados no facebook. TODO TIPO. e aí, mermão. a barra pesa.

pensa em gente que NÃO ME CONHECE. então. esse povo. e eu justamente PREFIRO que seja assim. só que as ferramentas de buscas estão aí, PRA QUEM QUISER USAR e, como BOA stalker que eu sou, eu sei que. não dá pra ficar no anonimato.

aí eu desanimo. de vir aqui contar AS COISAS. e enrolo e faço mais porra nenhuma da minha vida. TRA-VA-DA.
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mas essa semana eu resolvi, que vou BOTAR PRA FODER e ponto final. o blog é meu, a bizarrice é minha, teremos todos que conviver com isso, não é mesmo?
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amanhã, então, eu volto. acho.
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o me fode DE VERDADE é a inclusão digital.

quer dizer. há alguns anos a gente podia entrar no BATE PAPO DO UOL e pagar peitinho que a chance deles aparecerem em QUALQUER outro lugar (tipo youtube), era praticamente nula.

hoje em dia não. você ta andando na rua, vem um DESGRAÇADO e te taca FEIJÃO NA CARA e no dia seguinte você descobre que ser atingida por um punhado de feijão em plena avenida paulista foi só o início de uma longa jornada rumo à humilhação total.

e sim, esse lance do feijão aconteceu comigo. mas não, não foi parar no youtube (não que eu saiba). eles estavam crus, obrigada.
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então o lance é mais ou menos esse.

eu QUERO contar um monte de coisas aqui, abrir meu coração, chorar as pitangas, escancarar as páginas do livro da vida. mas. não tô podendo. e ae, mermão, é uma MERDA FODA.

porque trabalhamos com ansiedade em níveis astronômicos e, entre vir aqui e CAGAR a minha vida contando coisas que não podem ser contadas e me isolando em um bunker sem conexão à internet. racionalmente. eu PRECISO ficar com a segunda opção.
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e aí você conclui, querida dona de casa. que eu estou vivendo perigosamente. que eu estou living la vida loca. que o bicho pegou, a casa caiu e eu chutei o pau da barraca. pois. não. não é nada disso.

infelizmente as coisas continuam mais devagar quase parando que nunca e, enfim, uma novidadinha ou outra é que estão mexendo com os meus brios. não criem grandes expectativas.
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volto já.
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má ôe.
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