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é até uma vergonha, essa série mulheres da minha vida. porque eu já coloquei elas aqui antes, linkando provavelmente os-mes-mos vídeos.

 

but who cares, não é mesmo?! posso fazer nada se a minha vida gira em torno de 5GB de música.

***

inclusive.

 

eu não sei se é um lance MEU, mas nada me faz lembrar mais das pessoas com quem eu já trepei do que música. sério mesmo. eu não tenho REVIVALS sentindo cheiros, olhando COISAS ou passando por LUGARES. as lembranças voltam, inevitavelmente, quando eu TENTO escutar certas músicas.

 

tento. porque o meu passado me condena, isso eu não posso negar. um passado onde trepadas foram assustadoramente mal dadas e me fazem corar de vergonha só de lembrar.

 

aí tem essa banda aí, que eu lembrei ontem do nada e que por alguns instantes pensei em baixar os discos que eu já tive e por algum motivo obscuro sumiram do meu hd. obscuro nem tanto, eu devo mesmo é ter DELETADO em um momento de desespero, tentando me livrar dAS LEMBRANÇAS. no plural. porque né, trabalhamos com perseverança e em algum ponto da vida acreditamos que, bem, a performance não foi boa (pra não dizer que foi UM LIXO), mas quem sabe na próxima? hohoho, ah, a adolescência e seu otimismo.

 

tem um cara em especial que marcou pra sempre uma bandaí. porque to-da-vez que a gente ia dar umazinha, ele colocava essa banda pra tocar. veja bem, TO-DA-VEZ. sabe obsessão? então. era só a coisa ESQUENTAR que ele dava um jeito de ligar o som. um troço que eu nem notei no princípio, mas que começou a INCOMODAR MESMO quando ele deu pra CANTAR as músicas. sério. pensa em alguém, GOZANDO E CANTANDO. é praticamente o seu silvio, dançando e rodando. fracasso, a gente vê por aqui.

 

lembrando agora, é difícil ACREDITAR. que eu tava lá, me esforçando pra superar a falta de HABILIDADE do indivíduo e ainda tinha que aguentar o DESGRAÇADO CANTANDO NO MEU OUVIDO. numa boa, eu sou uma santa/idiota pra não ter mandado esse cara passear antes.

 

e bendita hora hein, que eu cheguei na casa dele e falei – nossa, adoro essa banda. ADORAVA né amigo. ADORAVA.

***

o que não significa, obviamente, que situações embaraçosas durante o ato sexual não tenham algumas vezes sido criadas por MIM também. eu admito meus momentos de falta de noção/fogo na bacurinha. eu admito.

 

mas como não trabalhamos com auto-humilhação, por hora vamos manter as coisas assim.

 

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2 Comments

    • Still a stranger to her own body, a high school student discovers she has a physical advantage when she becomes the object of male violence. teeth? MEDO.


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